Hoje enquanto estava á espera do 759 para ir para a APF (associação de planeamente familar) como dia da mulher que é lá fomos em campanha, e então estava a ler o Metro onde li o artigo do famoso blog da Pipoca e esta entrevista á Sô Dona Natacha, e não é que gostei mesmo do que a mulher diz? E achei interessante ter tatoos com a história da vida dela!parabéns aos nossos antepassados femininos que tanto tiveram
que ultrapassar para hoje termos a liberdade que temos!
Para mim á uma necessidade extrema que o dia da mulher deixe
de existir, porque se existe é para relembrar alguns aspectos
que ainda estão esquecidos.
Mas o importante é não desistir.
Orgulharmo-nos daquilo que somos, que tão bom é!
Agora lembrei-me da história das mulheres homossexuais mulçumanas, que foram postas num bairro em França sem quaisquer tipos de direitos, arregaçaram as mangas, prenderam o cabelo com um lenço tipico de quem vai lavar a roupa mas elas não, elas tornaram-se autênticas lutadores e trabalharam como homens! Lutaram pelo que eram, porque simplesmente, elas eram alguém!
Por algum motivo eu uso o lenço como elas usavam, por algum motivo tenho orgulho em ser mulher!
Como li no inicio do Queimada Viva :

"Sou uma rapariga, e uma rapariga deve caminhar depressa, com a cabeça inclinada para o chão, como se estivesse a contar os passos.
